![]() |
| Imagem por Pixabay |
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Annwn- O mistérioso reino das fadas
A mitologia galesa está cercada de lendas antigas, que servem de inspiração para muitas crenças e doutrinas adotadas em vários países do mundo além de filmes, livros e diversas outras obras.
Annwn ou Annefn ( Annw em Galês médio, por vezes erroneamente grafado Annwyn, Annwfn ou Annwfyn) é um submundo, uma região subterrânea encontrada na mitologia galesa. Sobreviventes da pré-cristã mitologia celta, afirmam que os seus habitantes são imortais, o povo justo; demônios ou divindades mal disfarçadas, dependendo do ponto de vista individual. Nem céu nem inferno no sentido cristão. Há teorias que dizem que nem mesmo Manawydan fab lyr o encontrou, é que lá somente se pode chegar morrendo. Mas também foi dito que Annwn pode admitir pessoas ainda vivas, desde que elas encontrem sua porta. " Os humanos podem entrar nesse submundo espiritualmente ou corporalmente."
Annwn é o outro mundo, a terra das almas que não pertencem mais a este mundo, que partiram. Este universo oculto é governado por Arawn e posteriormente por Gwynn ap Nudd ou Gwyn, filho de Nodons, um deus britânico, cujo templo estava em Lydney na floresta de Dean. Muitas vezes, ele aparece entre os mortais a se intrometer em seus assuntos. Encontrados em " Arthur's tribunal" em Culhwch e Owen, onde Deus é dito ter lhe dado o dominío sobre os demônios, " para que este mundo não seja destruído." O folclore pode transformá-lo em lider da caça selvagem, cavalgando pelas nuvens e elevando tons humanos, juntamente com cães vermelhos-orelhudos de Annwn e, ocasionalmente, pelos mortos vivos. Os galeses definem Annwn, como o mundo do inverno, um lugar de paz, abundância, onde haveria uma fonte de vinho doce e um caldeirão do renascimento. Annwn é a passagem entre uma encarnação e outra, onde os guerreiros deixam suas armas e se recuperam para a próxima vida.
O nome Annwn, é uma referência aos nossos antepassados e à nossa crença de nossa passagem pelo reino Arawn, " O das vestes cinzas", o soberano deste reino de paz, onde voltamos ao ventre da deusa no caldeirão do renascimento. Annwn também é descrito como sombrio ou até mesmo como uma forma distorcida do nosso mundo real.
Annwn ou Annefn ( Annw em Galês médio, por vezes erroneamente grafado Annwyn, Annwfn ou Annwfyn) é um submundo, uma região subterrânea encontrada na mitologia galesa. Sobreviventes da pré-cristã mitologia celta, afirmam que os seus habitantes são imortais, o povo justo; demônios ou divindades mal disfarçadas, dependendo do ponto de vista individual. Nem céu nem inferno no sentido cristão. Há teorias que dizem que nem mesmo Manawydan fab lyr o encontrou, é que lá somente se pode chegar morrendo. Mas também foi dito que Annwn pode admitir pessoas ainda vivas, desde que elas encontrem sua porta. " Os humanos podem entrar nesse submundo espiritualmente ou corporalmente."
Annwn é o outro mundo, a terra das almas que não pertencem mais a este mundo, que partiram. Este universo oculto é governado por Arawn e posteriormente por Gwynn ap Nudd ou Gwyn, filho de Nodons, um deus britânico, cujo templo estava em Lydney na floresta de Dean. Muitas vezes, ele aparece entre os mortais a se intrometer em seus assuntos. Encontrados em " Arthur's tribunal" em Culhwch e Owen, onde Deus é dito ter lhe dado o dominío sobre os demônios, " para que este mundo não seja destruído." O folclore pode transformá-lo em lider da caça selvagem, cavalgando pelas nuvens e elevando tons humanos, juntamente com cães vermelhos-orelhudos de Annwn e, ocasionalmente, pelos mortos vivos. Os galeses definem Annwn, como o mundo do inverno, um lugar de paz, abundância, onde haveria uma fonte de vinho doce e um caldeirão do renascimento. Annwn é a passagem entre uma encarnação e outra, onde os guerreiros deixam suas armas e se recuperam para a próxima vida.
O nome Annwn, é uma referência aos nossos antepassados e à nossa crença de nossa passagem pelo reino Arawn, " O das vestes cinzas", o soberano deste reino de paz, onde voltamos ao ventre da deusa no caldeirão do renascimento. Annwn também é descrito como sombrio ou até mesmo como uma forma distorcida do nosso mundo real.
Marcadores:
Reino Das Fadas
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
terça-feira, 13 de março de 2012
Dilia, a fada da lua
Dilia é uma fada que aparece à noite. Curiosa, costuma sair do oco de sua árvore nas noites de lua cheia.
Dilia adora musica. Por isso, às vezes assume a forma de uma jovem para divertir-se em festas e bailes. Quando deseja dançar, Dilia canaliza a força do luar e materializa-se tornando-se a mais encantadora das bailarinas. Todos os que a viram jamais esqueceram sua graça e elegância. Diz-se em vários países que as fadas se comunicam por meio de um idioma próprio, incompreensível para os adultos e perfeitamente familiar para as crianças. Assim, quando percebe que uma criança está assustada à noite, Dilia sussurra suas estranhas canções ao vento, e a criança escolhida começa a cantarolar melodias desconhecidas, palavras inexistentes em sua língua, que misteriosamente, lhe trazem alegria e bem estar.
Marcadores:
Fadas
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
Avalon- A ilha secreta das maçãs
Avalon é, provavelmente, o mais famoso reino das fadas da literatura Ocidental. É descrito como um lugar maravilhoso onde vivem diversas fadas, entre elas, destando-se a fígura ímpar de Morgana, a irmã do não menos lendário rei Arthur.
Avalon parece ser uma ilha situada em qualquer lugar no meio do Oceano e, assim, guarda profundas afinidades com a ilha de Ogigia ou com o Reino de Circe, citados por Homero na Odisséia. Segundo algumas versões, Avalon possui uma espécie de bruma que a envolve, escondendo-a dos olhos humanos. Há, porém, outras versões que dizem ser Avalon uma ilha extremamente clara ( Avalon, a branca), mas que não se revela facilmente aos olhos profanos. Avalon é muitas vezes confundida com a ilha de vidro ou a ilha de ar. Diz respeito de proteger esses lugares dos não iniciados. Há, inclusive, a ideia de que lugares como esse são cercados por muralhas de fogo, o que evita a aproximação daqueles que não são qualificados para entrar em contato com todos os centros de energia.
O nome Avalon, entretanto, pode ser explicado a partir do cimérico afal. Palavra que significa maçã. Assim, Avalon, significaria ilha das maçãs. Essa versão, lembra na mitologia grega, a ilha de Hespérides (ilha para além do Oceano), onde havia um jardim no qual estava plantada uma árvore cujos pomos eram de ouro. A conquista desses pomos consistiu-se em dos trabalhos do famoso herói grego, Hércules. Em uma coisa, contudo, todas as tradições parecem concordar: Avalon é uma terra paradisíaca. Lá não há frios excessivos nem seca prolongada, reina sempre uma eterna primavera. Nessa ilha, não se envelhece, não se adoece, não se morre. Todas as plantas crescem naturalmente sem a necessidade de se trabalhar a terra, e as árvores exibem frutos maduros e saborosos.
O lugar preferido pelas fadas, entretanto, são os montes. A palavra galesa para fada é sidhe, que significa povo das montanhas. À noite nos montes das fadas são vistos, muitas vezes, luzes cintilantes. Algumas vezes, nota-se sobre os montes das fadas uma procissão de fadas que se desloca de uma colina pra outra. No topo dos montes, existe sempre um castelo visível apenas àqueles a quem as fadas, por razões especiais, permitem a visão. Quando as fadas desejam ocultar-se, por mais que se olhe, nada se verá sobre o monte. Não se pode, ainda que por descuido, invadir um local eleito pelas fadas para sua moradia. Aquele que, por exemplo, sem saber construir sua casa em um terreno habitado por fadas correrá grande risco, pois esses seres são capazes de mover as casas de lugar, derrubá-las e criar incríveis perturbações aos moradores incautos.
* Essa postagem foi tirada do blog:refugiodasfadas.blogspot.com
Marcadores:
Reino Das Fadas
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Sílfides
"Sílfide" se designa de modo genérico as fadas do ar. A existência destas fadas data dos princípio dos tempos. Na mitologia grega já as conheciam e as temiam, e as consideravam Senhoras do ar e dos ventos. A palavra "Sílfide", como conhecemos atualmente, vem do latim "Sylfiorum", silfo,gênio, espírito elemental do ar e dos ventos, e por sua derivação de "Silfo" se criou a forma "Sílfide", ninfa do ar. Como todos os elementais da natureza, a relação entre seu estado de ânimo e como se manifestam é muito direta. Enquanto são uns seres dóceis e delicados, irritadas são as responsáveis pelo ventos fortes, vendavais e furacões.
As sílfides ( feminino de silfo ) são espíritos muito belos, de pele branca e muito fina; altas e esbeltas se deslocam rapidamente sobre o ar. Apresentam um cabelo longo e solto, que o vento move. Vestem-se com uma gase azul ou branca, para confundir-se com o vento.
São elas que controlam o vento e dele dependem muitos fenômenos naturais: Como o deslocamento das nuvens que provocam chuvas e tormentas; intervêm no movimento das águas, em maremotos; na primavera são fundamentais para a polinização, transportando pelo ar o pólen das flores e ainda com todos os fenômenos realizados com o ar como a brisa, ciclones,etc.
As sílfides são responsáveis pela purificação do ar e por manterem a pressão atmosférica. Elas proporcionam rapidez mental, agilidade de ideias e tornam possível a telepatia.
As sílfides podem ser invocadas para que conceda um desejo relacionado com o vento ou com o pensamento, como para agilizar negócios que envolvem papéis e trazer uma pessoa que nós interesse.
Em muitos momentos de nossa vida, as silfides intervêm, como quando nos surpreendemos com alguma ideia para a solução de um problema, ou quando nos vêm à mente uma palavra que há muitos dias buscávamos.
Marcadores:
Sílfides & Silfos
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Os silfos
Os silfos são provenientes da mitologia grega. São espíritos que vivem tanto no ar quanto na água.
Na raça dos silfos encontramos os Wallotes, pertencentes ao sexo masculino e as Arienes, pertencentes ao sexo feminino. Embora apresentem sexos diferenciados, não se reproduzem, pois são compostos em sua totalidade de ar e luz. Os silfos são responsáveis pela purificação do ar e por manterem a pressão atmosférica. Esse trabalho é percebido nas mudanças alquímicas do tempo e ciclos de fotossíntese e precipitação. Esses seres são mestres, que expandem e contraem seus corpos de ar de níveis microcósmicos à macrocósmicos. Sempre mantendo a chama para o reino da mente, que corresponde ao plano e corpo de ar. Os silfos vivem centenas de anos, frequentemente atingem um milênio de idade e nunca parecem envelhecer. A líder dos silfos e chamada Paralda e afirma-se que vive na mais alta montanha da terra. Alguns acreditam que os silfos se reúnem em torno da mente de um sonhador,dos artistas, dos poetas, e os inspiram com seu conhecimento íntimo das maravilhas e obras da natureza.
Seu temperamento é alegre, mutável e excêntrico. Os silfos nos ajudam a conservar e manter corpo e mente e estimulam a inspiração e a criatividade. Trabalham também para elevar nossos pensamentos, equilibrando o uso conjunto das faculdades racionais e intuitivas. Estes elementais reinam no ar, nos ventos. São reconhecidamente belos, assumindo vários tons de violeta e rosa. As lendas contam que são os silfos que modelam as nuvens com suas brincadeiras, para embelezar o dia a dia do homem na terra.
Os silfos são dentre os elementais, os mais se se aproximam da concepção que geralmente fazemos dos anjos e fadas, e freqüentemente trabalham lado a lado com estes mesmos anjos.
Quando respiramos profundamente e sentimos um doce frescor no ar, estamos nos familiarizando com o fruto do trabalho deles. Vários silfos desempenham funções específicas ligadas a atividade humana. Alguns trabalham para aliviar a dor e o sofrimento. Outros para estimular a inspiração e a criatividade.
Uma de suas tarefas mais específicas consiste em prestar auxilio às almas de crianças que acabam de fazer a trasição. Também atuam temporariamente como anjos da guarda até estarmos mais receptivos e preparados.
Um silfo é designado para acompanhar cada ser humano ao longo de sua existência. Este silfo nos ajuda a conservar e desenvolver o corpo e aperfeiçoar os processos mentais. Assim, nossos pensamentos, bons ou maus, afetam-nos intensamente. Eles encorajam a assimilação de novos conhecimentos e fomentam a inspiração. Trabalham para purificar e elevar nossos pensamentos e inteligência. No plano físico, nosso silfo trabalha para que assimilemos melhor o oxigênio presente no ar que respiramos. À exposição a poluição afeta a aparência do silfo e compromete severamente de seus trabalhos no âmbito de nossas vidas.
Eles frequentemente se apresentam sob forma humana, mas são assexuados e chegam a inspirar este tipo de comportamento em alguns seres humanos.
Uma conexão muito forte com estes espíritos elementais do ar torna nossa mente tão ativa que ela passa a recorrer constante controle e direção. Pode gerar excesso de curiosidade e intrometimento, paralisar a vontade em virtude da exagerada análise mental e hiperestimular o sitema nervoso, fazendo com que necessitemos de frequentes mudanças. Além disso, pode ocasionar diversas formas de excentricidades, ou ainda induzir a um fanatismo acompanhado de falta de emoção e de sensibilidade. Também costuma gerar um desprendimento em relação ao que é físico e total desinteresse pelas atividades terrenas. Já a falta de afinidade com este reino, incluído o nosso silfo pessoal, pode distorcer nossa capacidade de percepção a ponto de eliminar o bom senso. É possível que fiquemos tão envolvidos com atividades e emoções que não sobre tempo para refletir sobre a própria vida. A tremenda falta de visão perspectiva que resulta disso pode debilitar gravemente o sistema nervoso, e sob essas condições, a curiosidade e imaginação tornam se escassas ou mesmo inexistentes.
O silfos também são úteis na proteção do lar e propriedades em geral, porque sua abundante energia confunde as mentes de possíveis intrusos, preocupando-os e fazendo com que pensem duas vezes antes de invadir o espaço alheio.
Invocação aos silfos
Eu vós saúdo, silfos
que constituís a representação do ar e dos ventos,
portadores das mensagens para toda a terra,
eu deposito em vós a minha confiança,
pois meus pensamentos, são sempre positivos,
voltados para o amor de todas as coisas existentes.
Fazei de mim a imagem do esplendor de luz.
Fazei deste pensamento meu milagre!
Mestres do ar, eu vós saúdo, fraternalmente.
Que assim seja, assim se faça.
Oração dos silfos
Espíritos de sabedoria, cujo sopro dá e retoma a forma de todas as coisas; vós que expirais, e os espaços sem fim são povoados; vós que aspirais, e tudo o que de ti vem a ti volta: movimento sem fim da estabilidade eterna, sejam eternamente abençoados. Nós vós invocamos no império móvel da luz criada pelas brisas noturnas, das sombras, dos reflexos e das imagens, e aspiramos incessantemente à vossa imutável e imperecível claridade flutuante. Deixa penetrar até nos o raio da tua inteligência e calor do seu amor; então o que é móvel, ficará fixo, a sombra será um corpo, o espírito do ar tornará um ser renascido, o sonho não mais será um pensamento. E nós não seremos arrastados pela tempestade mundana, porém seguraremos as rédeas dos cavalos alados da manhã e dirigiremos o curso dos ventos da tarde, para voarmos diante de nós. Ó espíritos do ar, Ó essência radiante da noite, Ó sopro impermeável da vida, Oh suspiros criadores, Ó boca que aspirais e expiras a existência de todos entes aéreos, no fluxo e refluxo da vossa eterna canção, que o céu magistral do movimento dos silfos alados. Que assim seja, assim se faça.
Marcadores:
Sílfides & Silfos
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
Fadas Do Lar
Asparas- Geralmente mulheres, Também conhecidas como dançarinas do céu. Elas abençoam os humanos em fases importantes de suas vidas, e são vistas frequentemente em casamentos.
Elas vivem em árvores de figos e às vezes aparecem aos estudiosos ou cientistas, os seduz e os deixam, para terem certeza que não se arriscarão em áreas que o mundo dos espíritos julga imprópio.
Audah, Aurah e Aujah ( a origem dos metais ouro, prata e bronze ) Três fadas com grandes poderes mágicos. Elas foram mulheres jovens, com faces inteligentes e usavam belos vestidos.
Audah tem cabelos dourados, olhos azuis e pele dourada.
Aurah, cabelos castanhos, olhos cinzentos e pele marrom.
Aujah possuía lindos cabelos brancos como a neve e olhos castanho.
Elas com os Flatheads, os que a serviam e obedeciam às suas ordens. Elas também ajudaram os Skeezers a construirem uma cúpula protetora em torno da bela ilha mágica. A rainha Coee-ee-oh cobiçava seus poderes, e assim transformou: Audah em ouro, Aurah em bronze e Aujah em prata; e as lançou no lago Skeezer. Mas antes puderam pôr uma maldição na rainha má: morrendo algum peixe dourado no lago, a rainha perderia então toda a sua magia, sucumbindo até à morte.
Fir Darring (pronuncia-se Fier Dirg ) São fadas conhecidas por serem brincalhonas e piadistas.Gostam de pregar peças e você tem sempre que estar disposto a participar de seus jogos e charadas. Seja legal com elas, pois do contrário, podem não lhe contar o fim de uma piada...
Ban-tee (esta palavra tem o significado literal de dona de casa). As fadas Ban-tee podem ser encontradas a vigiar as crianças e os pequenos animais de estimação. Diziam-se na antiguidade que executavam todas as tarefas das mães quando estas estavam demasiado cansadas ou enquanto dormiam. Nessa altura eram elas que protegiam as crianças, evitando que corressem qualquer tipo de risco. A fada Bantee adora morangos frescos, cremes doces e tudo que pede em troca destas guloseimas é que a deixem vigiar o lar.
Gan-cahn-ock- De origem irlandesa, tem os olhos rasgados e as orelhas bicudas. Distingue-se por ser muito pequena e por ter um sorriso maquiavélico. Tem umas asas minúsculas que podem aparecer e desaparecer e adora pregar peças aos seres humanos, principalmente aos jovens. Gosta de estar em locais quentes, de receber leite com açúcar e quando se dedica a um lar específico, protege-o de roubos e incêndios.
Tomtra- do sexo masculino, aparece sempre com uma capa verde e um fato castanho, cor de terra. É de origem finlandesa, adota uma casa onde permanece o tempo inteiro, mas para que isso aconteça tem de se sentir recompensado. Caso não existam contra partidas, pode tornar-se vingativo, acabando com toda a boa sorte do lar. Deve receber doces, geleia e mel puro em pequenas tigelas de vidro.
Fada Geraldine- É descrita como uma jovem menina morena, de rosto ovalado que denota sua delicadeza e sensibilidade. Apresenta-se sempre vestida com as cores do gerânio. Essa flor, unida às fadas, é símbolo de fidelidade, vigilância e longevidade.
Fada Girle- é uma fada doméstica, que aparece unicamente à noite para ajudar a completar os trabalhos que os fazendeiros deixaram de concluir durante suas tarefas diárias. Está diretamente associada com a prosperidade das famílias que escolhe para viver. Deve ser invocada sempre que estivermos passando por um grave problema financeiro.
Ritual: Faça ou compre um pão pequeno coberto por sementes de gergelim e deixe sobre a mesa da cozinha em uma cestinha ou prato branco. Mas antes, chame-a pelo nome e conte-lhe sobre as dificuldades que passa no momento.
Glastings- fada irlandesa doméstica de caráter benévolo. Ela gosta de entrar em contato com os anciões e as crianças. Também costuma vigiar os rebanhos da propriedade das famílias com quem vive, para que não escape nenhum animal. Glasting é uma fada amável que nos apoia e nos ajuda quando mais necessitamos. Ela favorece ainda a resolução de problemas e obtêm resultados positivos de situações repentinas. Ritual: Durante todo o dia, coloque três flores azuis num vaso e faça pedidos.
Fada Habundia- é uma fada rainha da água, responsável pela chuva, neve e umidade da terra. Pode ser vista na beira dos rios e lagos. Ela era considerada uma fada responsável pela fertilidade humana e a prosperidade, pois protegia as colheitas e o rebanho do povo rural. Ritual: Para invocar Habundia faça você mesmo um bolo qualquer, corte um pedaço e encha um cálice com água e mel, procure uma grande e velha árvore e deposite a oferenda. Saia sem olhar para trás.
Fada Ham- Fada da Noruega de caráter doméstico, invisível para todos, podendo ser somente vista pela pessoa que ela acompanha e permanece por toda vida. É um tipo de fada madrinha que ajuda em diferentes tarefas que o afilhado deva realizar.
Hamingia- fada irlandesa que acompanha toda a vida um indivíduo, sendo sempre invisível. Elas só aparecem no momento da morte da pessoa. É muito semelhante a Ham da Noruega.
Holda- Rainha dos silfos, similar a deusa Frigga dos nórdicos. Personifica o tempo. Quando neva se diz que Holda está agitando sua capa de penas. É uma fada de inverno que apresenta o aspecto de anciã da lua. Entre as tribos norte-germânicas, dizia-se que ela cavalgava com Odin na caçada selvagem. O azevinho lhe foi consagrado. Governa o destino, as artes,a magia negra e a vingança.
Huldra-fada escandinava do bosque, de grande beleza e linda voz. Ela gosta muito de cantar canções melodiosas e ajuda nas tarefas domésticas dos agricultores, sobretudo cuidando do gado.
Fada-sereia Havmand-Sereia que habita as costas da Groenlândia. É descrita como uma mulher muito bela, com cabelo muito longo e de olhos verdes ou negros. Ela gosta de ficar sentada nas rochas da costa.
Irene- Fada da rosa silvestre, arbusto espinhoso, mas muito apreciado por suas propriedades medicinais que tem. Pertence as fadas das flores de outono. Se apresenta como uma criança de pele morena como uma túnica presa por uma cinta de tom alaranjado. Possui asas de borboleta e seus pés estão sempre descalços. Ritual: Irene é uma fada criança. Para trazer para dentro de sua casa toda a sua alegria lhe ofereça um prato com doces e balas, que deve ser deixado em um jardim perto de sua casa.
Iris- Fada que aparece em diferentes culturas europeias, nas quais se relaciona com o arco-íris. Pode voar pelos ares como se trata de uma mensageira celeste. Chega com um vestido com as cores do arco-íris e com asas totalmente transparentes, que ao serem agitadas, permitem ver as diferentes cores. Vive só e dificilmente é visível aos olhos humanos. O arco-íris era a ponte que ligava o outro mundo (Asgard) com a terra (Midgard). Ritual: desenhe em um papel virgem um arco-íris e o pinte com as 7 cores. Logo abaixo escreva um desejo à lápis e deixe-o embaixo da primeira árvore que passar em seu caminho. Seu desejo será levado até a fada Íris.
Jurasmate- Fada aquática que vive na Lituânia. Se dedica a cuidar dos seres marinhos. Se você tiver um peixinho ou tartaruguinha de estimação é a ela que deve invocar para cuidar de sua saúde.
Kasagonaga- Fada argentina que habita zonas aquosas dos pampas. Têm poder de sobre os ventos e a capacidade de atrair a chuva. Ritual: escreva 3 pedidos em um papel azul e depois queime-o em uma vela da mesma cor. As cinzas devem ser jogadas na água e a vela deve queimar por inteiro.
Khaden Quemquama- Fada marroquina que gosta de vigiar as crianças enquanto dormem e pode fazê-las despertar, causando susto e pranto.
Koddinhaltia- Fada que habita as zonas agrícolas da Estônia e Finlândia. Ela gosta de ajudar nas tarefas do campo e as famílias com as quais convive. Cuida e protege os agricultores.
Kolyada- Fada centro-européia que só aparece no inverno, quando a neve já cobriu os campos. É vestida com roupas brancas, por isso é muito difícil de vê-la.
Korrigan ( Não Morrigan ) - Guardiã das fontes e dos arroios da Costa Atlântica espanhola e francesa. Mede 60 cm. Têm o corpo bem proporcional, com cabelo longo e vermelho. Sai dos prados pra dançar nas noites de lua-cheia, quando concede ás águas poderes curativos. Ritual: Consiga uma pedra qualquer e coloque ela dentro de uma bacia branca. Aguarde que chova e deixe-a na chuva por um dia e uma noite. Na manhã seguinte, retire a pedra e guarde-a como um talismã. A água deve ser jogada num vaso de planta ou jardim.
Laura- É considerada a lavadeira de sua comunidade, já que é ela quem recolhe, lava e perfuma as roupas de suas companheiras. Ela pertence ao grupo de fadas das flores de jardim e é descrita como uma menina de rosto doce, magra, vestida com um traje curto da cor malva como a lavanda e uma saia de flores dessa planta. Seu sorriso é de otimismo e afeto. Ritual: para agradá-la coloque um pratinho com mel na janela.
Lhiannan- Fada da ilha de Man, semelhante à Leanan Sidhe. De caráter malévolo, é descrita como uma mulher de longas cabelos loiros, que se faz visível quando quer. Sua visão é irresistível aos homens. Acompanha um homem por toda a vida e pode fazê-lo ficar louco.
Limetree- Fada inglesa muito rápida, de pequeno tamanho. É muito bela e produz a quem a vê a sensação de calma e doçura. Vive perto do tronco das árvores mais anciãs.
Lunantishee- Família das fadas encarregadas de cuidar dos arbustos do abrunheiro-bravo e não permitem que ninguém corte um galho no dia de Todos os Santos, nem em 1 de maio. Se alguém se atrever a cortar um ramo dessa árvore, a vingança de alguma das Lunantishee não tardará.
Maya- É a fada do trevo amarelo que compõe um grupo de fadas e flores silvestres. É descrita como uma menina de olhar compreensivo, que expressa harmonia em seus olhos, enquanto deixa entrever um tímido sorriso em sua boca. Maya representa toda a doçura do mundo natural das flores do campo. Ritual: acenda uma vela amarela com seu nome gravado de cima para baixo e um incenso de flores. Depois pode fazer mentalmente um pedido.
Mbrina- É uma fada doméstica que pode adotar a forma de uma mariposa noturna ou uma lagartixa e gosta de viver nas zonas mais escuras e escondidas de nossas casas. É uma fada de transmutação, que igual aos gatos sagrados, transmutam energia negativa em positiva. Ritual: para chamar sua atenção deixe à noite um pratinho de leite com mel em um cantinho bem resguardado de sua casa.
Melior- É a fada filha de Presina e irmã de Melusina. Ela foi castigada pela mãe a guardar até o fim dos tempos um gavião prodigioso em um castelo da Armênia. Mas ela não se conformou com seu destino e valendo-se de suas artes mágicas foi morar com suas outras duas irmãs na ilha de Avalon. Melior é a dama dos silfos, que contagiam nossas vidas com muita alegria, favorecendo também os êxitos dourados.
Nanny Blue- É uma pequena fada inglesa, que na noite de 21 de fevereiro pode entrar em seus sonhos e presentear-lhe com mensagens reveladoras e fantásticas. Nessa noite, durma com um carretel de linha azul no lado esquerdo da cama.
Nunui- É uma fada da Amazônia que possui um lindo rosto, mas é entretanto, bem obesa de corpo. Ela cuida da natureza e dos animais. Devemos invocá-la sempre que nosso jardim ou animal de estimação estejam doentes. Ritual: para convocá-la, basta chamar seu nome e deixar um pequeno presente em qualquer jardim. Jogue balas de mel, ou moedas de chocolate em qualquer vaso florido.
Marcadores:
Fadas
Daniele Claudino nasceu em 1992, em Campo Grande – MS, onde, ainda vive atualmente.
Fascinada por seres mágicos e sobrenaturais.
Seu primeiro livro, O Amanhecer Das Feiticeiras foi publicado pela Editora Viseu, em 2018.
Assinar:
Postagens (Atom)






